Memories

"Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido."

Published by 「ϻȝƚɋɣαɦȡ 」 under on 10:04:00




Dou-te meus álgidos beijos de tristeza...
Os sentes? Tocam-te a face angelical,
A suavemente deslizar por teu informal
Semblante de mais pura beleza.

O espelho é, por vezes, destro mentiroso.
Seu contemplar preenche-me a atenção
De asco em célere ascensão.
Percebes? Seu rosto, formoso,

Delicado e gentil, de meigo olhar,
Presta-nos a sensação do mais doce amar.
Os meus olhos, no entanto,

De aversão cheios
- Perdidos nos mais incoerentes enleios -,
Entristecem-me tanto, tanto!...


4 ϻĭņđʼƨ:

Lina :) disse... @ 28 de dezembro de 2008 às 12:45

Ah, Will.
Eu não vou dizer nada porque eu não sei o que dizer. :D
Ainda vou armar alguma coisa antes de terça pra você ver o povo antes da mudança de ano.
E eu vou exigir meu pavê. :P

Beijos :*

May disse... @ 29 de dezembro de 2008 às 14:38

Não sei se um poema seu poderia me deixar com o coração mais apertado, mais triste. Ainda sim, uma expressão de rara beleza, como você diria. Mas vem dos recônditos mais profundos da tristeza, e isso me dói a alma. A forma é belíssima, mas o significado é dilacerante a qualquer alma sensível.

(L)²
Estou mais do que ansiosa. :)

Tay disse... @ 3 de janeiro de 2009 às 09:13

"O espelho é, por vezes, destro mentiroso.
Seu contemplar preenche-me a atenção
De asco em célere ascensão."

Se o meu me encher de asco pode ter certeza que está sendo completamente sincero o-o' IUHEIOHAOIUE

Lindo poema Weew, feliz 2009 pra ti! ;*

Ana disse... @ 12 de janeiro de 2009 às 20:24

concordo com a May.
escreves de um modo a encolher a alma; ou a expandi-la, whatever.
só sei que escreves emoções, não palavras.
e já disse que amo isso :)

saudades, infinitas, mano
(L)!

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